Diário de Guerra de Alipio Casimiro, item 13
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No dia 6 de Outubro de 1917. mudamos de Baze para
o acantonamento que nos estava destinádo eram dois
chilômetros retirado da Baze.
Quando estavamos em Harnes veio à
ordem para todos os praças que tivessem 150 dias de
França, terem 15 dias de licença com todos os vencimentos
mas não para gozar em Portugal. Foi uma coiza que
ninguem fez cazo. Como sahimos de Harnes, e viemos
para o Quartel General da Baze, começou-se a fallar
nas mesmas licenças. Eu como nunca fiz tenção?
de ir de licença não me encomodava: O Christóvão
como se lhe metteu aquillo na edeia não me deixa-va.
Começou-me a dizer que era melhor, eu tambem meter
o passaporte. Eu disse-lhe então? Vais-tu agora e em
tu vindo vou então eu, porque mesmo ainda não
tenho dinheiro Elle respondeu-me: Eu também
não tenho dinheiro que me chegue, mas tenho quem
me empréste, e posso pedir a mais e emprestarlo
a ti. Por fim me rezolvi a metter a licença,
Metia no dia 11 de Outubro de 1917 para ver
se conseguia ir vizitar minha familia de surpreza.
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No dia 6 de Outubro de 1917. mudamos de Baze para
o acantonamento que nos estava destinádo eram dois
chilômetros retirado da Baze.
Quando estavamos em Harnes veio à
ordem para todos os praças que tivessem 150 dias de
França, terem 15 dias de licença com todos os vencimentos
mas não para gozar em Portugal. Foi uma coiza que
ninguem fez cazo. Como sahimos de Harnes, e viemos
para o Quartel General da Baze, começou-se a fallar
nas mesmas licenças. Eu como nunca fiz tenção?
de ir de licença não me encomodava: O Christóvão
como se lhe metteu aquillo na edeia não me deixa-va.
Começou-me a dizer que era melhor, eu tambem meter
o passaporte. Eu disse-lhe então? Vais-tu agora e em
tu vindo vou então eu, porque mesmo ainda não
tenho dinheiro Elle respondeu-me: Eu também
não tenho dinheiro que me chegue, mas tenho quem
me empréste, e posso pedir a mais e emprestarlo
a ti. Por fim me rezolvi a metter a licença,
Metia no dia 11 de Outubro de 1914 para ver
se conseguia ir vizitar minha familia de surpreza.
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No dia 6 de Outubro de 1914. mudamos de Baze para
o acantonamento que nos estava destinádo eram dois
chilômetros retirado da Baze.
Quando estavamos em Harnes veio à
ordem para todos os praças que tivessem 150 dias de
França, terem 15 dias de licença com todos os vencimentos
mas não para gozar em Portugal. Foi uma coiza que
ninguem fez cazo. Como sahimos de Harnes, e viemos
para o Quartel General da Baze, começou-se a fallar
nas mesmas licenças. Eu como nunca fiz tenção?
de ir de licença não me encomodava: O Christóvão
como se lhe metteu aquillo na edeia não me deixa-va.
Começou-me a dizer que era melhor, eu tambem meter
o passaporte. Eu disse-lhe então? Vais-tu agora e em
tu vindo vou então eu, porque mesmo ainda não
tenho dinheiro Elle respondeu-me: Eu também
não tenho dinheiro que me chegue, mas tenho quem
me empréste, e posso pedir a mais e emprestarlo
a ti. Por fim me rezolvi a metter a licença,
Metia no dia 11 de Outubro de 1914 para ver
se conseguia ir vizitar minha familia de surpreza.
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Flandres
Location(s)
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- ID
- 19653 / 243124
- Contributor
- Ana Catarina Casimiro Monteiro
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